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Joice Galvão

Intérprete de libras

Manifestação de surdos 2013/ Vem pra rua

Manifestação de surdos bloqueia trecho da avenida Paulista

Grupo pedia melhores condições no tratamento especializado e direitos iguais

Manifestantes surdos fechavam a avenida Paulista desde o começo da noite deste sábado (6), em protesto por melhores condições no tratamento especializado e direitos iguais para todos os cidadãos. Eles se concentraram no vão do Masp e seguiram em passeata no sentido Paraíso.

Às 20h, a Polícia Militar informou que os cerca de 300 manifestantes que estavam concentradas na altura da alameda Joaquim Eugênio de Lima haviam se dispersado. De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), duas faixas da avenida Paulista chegaram a ficar interditadas. A manifestação aconteceu de forma pacífica.

Miss Surda Brasil vence concurso internacional

Miss Surda Brasil vence concurso internacional

 

O concurso aconteceu neste sábado (13) em Praga, na República Tcheca, e deu à representante brasileira Thaisy Payo, do Paraná, a coroa de mais bela surda do mundo.

Antes de ir ao Miss Deaf World, Thaisy foi eleita no concurso Miss Surda Brasil, que aconteceu em Fortaleza sob a coordenação da Miss Brasil Beleza Internacional 2008, Vanessa Vidal , que também é surda.

Thaisy há tempos se preparava para representar o Brasil, e que conseguiu ser coroada, dentre tantas outras lindas misses surdas, a mais bela surda do mundo.
Fonte: Lelé Fantim

ILIBRAS COMUNICAÇÃO PARA SURDOS

SHOW ……. DA UMA OLHADINHA NESTE SITE       http://www.ilibras.com.br/

MEU MARIDO JÁ SE INSCREVEU É MUITO BOM !

Caminhada Dia do Surdo 26 de Setembro de 2011

  

 Veja o Link           http://www.youtube.com/watch?v=GgM6TfsDd-g

 

Carta Aberta de Agradecimento ao Presidente Lula

 Foi com imensa satisfação e alegria que recebemos a informação da Lei 1.976/2008 publicada no Diário Oficial da União em 29 de outubro que institui em nosso país o dia 26 de setembro como Dia Nacional do Surdo.

 Há anos visando despertar e sensibilizar a consciência dos brasileiros para as dificuldades encontradas no cotidiano das pessoas Surdas, como suas especificidades educacionais, reconhecimento daLibras, inserção no mercado de trabalho e desenvolvimento de tecnologias, em 26 de setembro são realizados seminários, congressos e passeatas. Tais manifestações objetivam o asteio da bandeira dos Surdos, para comemorar suas conquistas, dentre elas, a oficialização da Libras-Língua Brasileira de Sinais (lei 10.436/2002), que vem fazendo a diferença na vida educacional de milhões de crianças, jovens e adultos surdos, proporcionando-lhes assim uma sociedade mais justa e igualitária.

 A data de 26 de setembro foi escolhida para comemorar o Dia do Surdo, devido ao fato de lembrar a inauguração da primeira escola para Surdos no país em 1857, com o nome de Instituto Nacional de Surdos Mudos do Rio de Janeiro, atual INES-Instituto Nacional de Educação de Surdos, fundado por Dom Pedro II em 1857.

 Embora tenhamos diversos motivos para comemorar o Dia do Surdo em 26 de setembro, somente alguns municípios dispõem de lei para respaldar esta data, motivo pelo qual o Brasil, em um brado uníssono de alegria, celebra esta semana a noticia da oficialização deste importante dia. Deveras um marco em nossa história, mais um motivo de comemoração!

 Diante da oficialização do Dia Nacional do Surdo (Lei 11.976/2008), não podemos nos esquecer que a mesma é resultado do projeto de lei 1.791 de 1999 proposto pelo Exmo. Deputado Federal Eduardo Barbosa, amigo, apoiador e conhecedor da causa dos Surdos, a quem aproveitamos a oportunidade para agradecer.

 Com nossos corações repletos de satisfação, agradecemos imensamente a V.Ex.ª por evidenciar, através da oficialização do Dia Nacional do Surdo, sua sensibilidade e reconhecimento da importância da História e da Luta da Comunicadade Surda Brasileira.

 Sem mais, ressaltamos nossos votos de estima e elevada consideração.

 Atenciosamente,

 Karin Strobel

 Presidente da Feneis

 

Inclusão de surdos esbarra na linguagem

Organizações querem escola bilíngue, com salas apenas com alunos surdos e onde a Libras seja ensinada como primeira língua e o português, segunda 27 de junho de 2011 | 0h 00

Ocimara Balmant, ESPECIAL PARA O ESTADO – O Estado de S.Paulo

Criança surda que estuda por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras) – em meio a professores e colegas também sinalizadores – aprende a ler e a escrever mais cedo e melhor do que aquelas inseridas em salas de aula regulares. Esse é um dos resultados da pesquisa do professor Fernando Capovilla, da Universidade de São Paulo (USP).

Ernesto Rodrigues/AE-21/08/2008

Aprendizado. Ana Paula, de 8 anos, teve dificuldade de adaptação em colégio regular

“A primeira língua do surdo é Libras. Colocar uma criança de 5 anos dentro de uma sala de ouvintes é como botá-la numa escola chinesa”, diz Capovilla. Desde 2001, ele avaliou 9.200 alunos surdos e com dificuldade auditiva. Com idade entre 6 e 25 anos e escolaridade que variava do início do fundamental ao fim do superior, eles passaram por uma bateria de testes.

Veja também:

‘O surdo deve ser educado no idioma materno e por meio dele’

‘Nós devemos falar como ela, não ela como a gente’

Os resultados desse levantamento estão em concordância com o que reivindica a Federação Nacional de Integração e Educação dos Surdos (Feneis). A organização é contra a política de inclusão do Ministério da Educação (MEC), que prevê que esses alunos frequentem salas de aula regulares, com a presença de intérprete e, no contraturno, recebam um atendimento especializado.

“Estamos lutando para que a educação de surdos seja considerada no mesmo patamar da indígena, isto é, que os surdos não sejam enquadrados na categoria da educação especial, e sim na educação bilíngue. Libras como a primeira língua e português como segunda”, afirma Patrícia Rezende, diretora de Políticas Educacionais da Feneis.

Inclusão. A discussão sobre a inclusão de surdos em escolas regulares esconde sutilezas. Uma delas é a defesa de que o surdo não é deficiente, mas alguém que tem uma língua diferente.

Outro ponto a ser considerado é a opção dos pais. Cabe a eles decidirem que tipo de educação querem para a criança. Como boa parte dos pais é ouvinte, há aqueles que preferem que o filho seja educado no oralismo.

“Escolher é direito dos pais. O importante é que os educadores saibam orientá-los sobre os caminhos possíveis e as consequências da decisão”, diz a pedagoga Teresa Cristina Aliperti. “Uma criança que tenha condições de fazer um acompanhamento com fonoaudiólogo e ter aulas particulares de reforço é capaz de aprender. Mas colocar um surdo no meio de 35 alunos ouvintes, sem uma infraestrutura adequada, não vai dar certo.”

Dentro da sala de aula, os professores relatam as limitações. “Quando há um surdo na sala, muda toda a lógica de ensinar. Mesmo com intérprete, você precisa selecionar o vocabulário. É complicado atender os dois públicos ao mesmo tempo”, diz Antônio Augusto Horta Liza, professor de história da rede municipal em Belo Horizonte.

Sua primeira experiência com aluno surdo aconteceu em 1997, nessa mesma escola. “O diretor abriu a porta da sala e disse: “Aqui está um novo aluno, mas tem um detalhe: ele é surdo”. Fiquei apavorado porque eu não sabia nada de Libras. Fui improvisando”.

O tempo passou e hoje a escola tem três salas só de deficientes auditivos. “Sala exclusiva é muito melhor. Consigo criar uma metodologia de trabalho só para eles e, com a atuação da intérprete, conseguimos interagir.”

Bilinguismo. Na Escola para Crianças Surdas Rio Branco, em Cotia, o surdo vai para uma sala com ouvintes a partir do 6.º ano. Antes disso, as turmas são separadas. “Há uma leitura equivocada. Incluir não é estar no mesmo lugar, é dar as mesmas oportunidades. Na colégio regular, o surdo está em desigualdade”, diz a diretora Sabine Vergamini.

O garoto Gustavo Gomez Pedroso, de 10 anos, foi para o Rio Branco depois de cursar o 1.º ano numa escola regular. “Aqui eu entendo muito melhor a lição. Lá na outra escola, tinha muita confusão e eu não aprendia direito.”

A mãe de Ana Paula Rosário, de 8 anos, estava na fila de espera do Rio Branco. Conseguiu a vaga no ano passado. “Depois de dois anos estudando, ela ainda não sabia organizar o pensamento. Achavam até que ela era autista. Na escola bilíngue, tudo mudou. Aprendeu tão rápido que parece que nasceu falando Libras”, diz Líria de Oliveira Rosário.

A fonoaudióloga Cecília Moura alerta para o fato de que sempre deve ser feito o trabalho paralelo entre o aprendizado de Libras e o da fala. “É importante que ela aprenda falar. E, se a criança já sabe Libras, fica mais fácil para ela aprender (a falar).”

PARA ENTENDER

Educação no contraturno

A política de educação inclusiva do MEC definiu a educação especial como modalidade transversal. O Decreto 6.571, de 2008, estabelece o financiamento à dupla matrícula desses estudantes. Eles devem frequentar a turma regular e, no contraturno, o Atendimento Educacional Especializado(AEE).

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110627/not_imp737414,0.php

Movimento Surdo em favor da Educação e da Cultura Surda – Prof. Emiliano, pai de Surdo

Foi uma das coisas mais linda que vi nos últimos tempos . Um pai defendendo a cultura do seu filho que é surdo  . Este é um pai mais que especial . Parabéns Pai e Professor Emiliano . Um dia gostaria de apertar a sua mão .

Que vergonha sociedade, que vergonha senhores políticos .

No dia 16 de maio de 2011, após uma passeata com quase 800 surdos pelas ruas de Fortaleza – CE, tendo como objetivo protestar contra o fechamento do INES e a favor das Escolas Bilíngues, alguns líderes e representantes da Comunidade Surda foram até a Assembléia Legislativa do Ceará reivindicar seus direitos, inclusive de poderem ter na educação básica como primeira língua a LIBRAS – Língua  de Sinais Brasileira. Prof. Emiliano defende as Escolas Bilingues e diz que seu filho surdo tem direito de ser educado na sua lingua materna, a Libras.

Vejam o Link .

http://www.youtube.com/watch?v=uR8Zu9sB4KA&feature=share

Projeto facilita acesso de deficientes visuais e auditivos a espetáculos

A Câmara analisa o Projeto de Lei 7671/10, do deputado Márcio França (PSB-SP), que cria a Política Nacional de Acessibilidade Cultural aos Portadores de Deficiência Ocular e Auditiva (Pnac). A proposta torna obrigatórias adaptações em espaços de espetáculos para que portadores de deficiência possam acompanhar as apresentações.

 

Márcio França: maioria das casas de espetáculo não são adaptadas para deficientes.
 

De acordo com a proposta, os espaços culturais deverão oferecer sistemas de escrita em braile, com descrição em áudio, em frente ou ao lado do assento do portador de deficiência visual. Para o portador de deficiência auditiva, deverão ser disponibilizados textos que permitam o acompanhamento em tempo real do espetáculo. Quando o espetáculo for promovido em local aberto, como anfiteatros, parques públicos ou de exposições, deverão ser utilizados outros mecanismos.

Márcio França afirma que, apesar de normas gerais estabelecerem o direito de acessibilidade, a maioria dos espaços culturais não dispõe de recursos para atender portadores de deficiência.

Assentos
O projeto estabelece ainda que pelo menos 1% dos assentos das casas de espetáculo seja reservado para os portadores de deficiência visual e auditiva, preferencialmente na primeira fileira de assentos.

De acordo com o projeto, as casas de espetáculo terão 48 meses para se adaptar às regras. Os estabelecimentos que descumprirem as normas estarão sujeitos a multa de R$ 2 mil a R$ 10 mil e poderão ser interditados por até um ano, depois da quarta reincidência.

Tramitação
A proposta tramita apensadaTramitação em conjunto. Quando uma proposta apresentada é semelhante a outra que já está tramitando, a Mesa da Câmara determina que a mais recente seja apensada à mais antiga. Se um dos projetos já tiver sido aprovado pelo Senado, este encabeça a lista, tendo prioridade. O relator dá um parecer único, mas precisa se pronunciar sobre todos. Quando aprova mais de um projeto apensado, o relator faz um texto substitutivo ao projeto original. O relator pode também recomendar a aprovação de um projeto apensado e a rejeição dos demais. ao Estatuto do Portador de Deficiência (PL 7699/06), que aguarda votação pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Rachel Librelon
Edição – Lara Haje

Fonte: http://www2.camara.gov.br/ em 10/12/2010

 

Cão Surdo

Vicky Tate, uma britânica de 65 anos que vive em Essex, na Inglaterra, criou sua própria lingua de sinais para se comunicar com Zippy, seu cachorro de estimação. O curioso é que, apesar de ser totalmente surdo, o animal acaba de ganhar o mais importante prêmio de obediência concedido pela Kennel Club, uma reconhecida entidade de defesa dos animais. “Foi a primeira vez que a Kennel Club concedeu o prêmio a um cachorro com problemas de audição e todos ficaram surpresos quando ele venceu”, afirmou Vicky ao jornal Daily Mail. A britânica passou a criar Zippy quando ele tinha 7 semanas (hoje, ele tem dois anos) e logo descobriu que havia algo de errado com ele. “Ele não respondia quando o chamavam”, contou. Um teste num hospital veterinário confirmou a surdez. Além dos movimentos de mãos e pernas para se comunicar com o animal, a senhora Vicky colocou em Zippy um colar vibratório especial, que ela pode acionar para atrair a atenção e dar algum tipo de instrução ao cão. “Também falo com ele o tempo todo, porque apesar de não poder ouvir, ele pode entender minhas expressões faciais”, diz a mulher. “Antigamente, era comum sacrificar animais que fossem surdos, mas eles podem ter uma vida satisfatória. Zippy é meu grande amigo”, completa. “O prêmio dado a Zippy mostra que um bom treinamento está acessível a todos os cachorros”, afirma Heidi Lawrence, educadora do Kennel Club.

 Fonte: Planeta Bicho

Surdos usam vídeo no celular para conversar por sinais .

Sistema dá prioridade para as mãos e faz com que imagens não fiquem tão pesadas Divulgação!!!

 Celulares atuais já têm teleconferência, mas consomem muitos dados de internet A Universidade de Washington, nos Estados Unidos, desenvolveram um aparelho que permite que surdos conversem por linguagem de sinais usando o celular. O sistema, chamado MobileASL, melhora a qualidade da imagem na região das mãos e do rosto do usuário, o que faz com que os vídeos não fiquem tão pesados. Além disso, o produto consegue reconhecer os movimentos do usuário, com o objetivo de identificar se alguém está ou não usando a lingua de sinais – isso faz com que a bateria dure mais durante a conversa.

Sete voluntários da universidade estão testando o mecanismo por três semanas. De acordo com os pesquisadores, a maioria dos participantes prefere conversar por e-mail ou mensagens de texto para se comunicar à distância. Para Tong Song, estudante da universidade e que faz parte dos testes, o MobileASL pode servir como uma alternativa.

– Mandar SMS às vezes é muito lento, porque você envia a mensagem e não tem certeza se a outra pessoa já vai ler. Se você usa esse tipo de telefone, é possível conversar em tempo real, o que economiza muito tempo.

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