Procure relacionar-se com o surdo com naturalidade.

Não o trate como se fosse uma criança, nem como se estivesse doente.

Pergunte sempre se ele quer ou precisa de ajuda, e espere sua resposta.

Se você não se sentir confortável ou seguro para fazer algo solicitado por uma pessoa portadora de deficiência, sinta-se à vontade para recusar, mas procure alguém que possa ajudar.

Quando o  surdo estiver acompanhado de um intérprete, dirija-se diretamente a ele, não ao intérprete.

Faça com que seus lábios estejam sempre visíveis. Gesticular ou segurar algo em frente dos lábios impossibilita a leitura labial.

 Como as pessoas surdas não podem ouvir mudanças sutis de tom de voz, as expressões faciais, os gestos e movimentos do corpo são excelentes indicações do que você quer dizer.

Posicione o surdo de forma que possa ver os movimentos do rosto do palestrante e de seus colegas.

 Utilize escrita e outros materiais visuais para favorecer a apreensão das informações abordadas verbalmente.

Em situações embaraçosas, tenha em mente que o respeito, aliado a uma boa dose de delicadeza, sinceridade e bom humor, sempre ajudam.